É a segunda morte confirmada pela doença no Estado desde 1966. A primeira vítima foi a moradora de Santo Ângelo Veridiana Teixeira, 31 anos que havia viajado para o interior de Eugênio de Castro no dia 30 de novembro. No município vizinho, a febre amarela matou bugios. Ela apresentou os sintomas da doença no dia 18 de dezembro e morreu no natal.
As regiões noroeste e central do Estado vem registrando casos de morte de macacos contaminados com a doença desde outubro.Desde lá, a vacinação está sendo intensificada. Cerca de 1 milhão de doses da vacina já foram aplicadas nos moradores da zona de risco. No sábado(10) uma indígena de 37 anos morreu no hospital de Santo Ângelo. A Secretaria Estadual da Saúde ainda não foi notificada sobre o caso, mas enviou técnicos ao município pois há suspeita da doença.
Técnicos do Ministério da Saúde também estão na região avaliando a doença. A vacina é valida por 10 anos e não pode ser tomada duas vezes antes deste período. Os moradores da zona de risco e quem vai para a região precisa tomar ser vacinado. Para o restante não há necessidade.






