Pesquisa aponta Nova Candelária entre as 10 melhores gestões do Estado

26/06/2015 10:54:59 - Geral

Créditos: Maira Dill Assessora de Comunicação

Com uma Administração focada na boa prestação de serviços com transparência em todos os segmentos, a atual gestão que administra o município de Nova Candelária, ficou em 10º lugar no ranking estadual das melhores gestões municipais, divulgado na última semana pela FIRJAN. A pesquisa que aponta esta posição e tem como referência os dados municipais do ano de 2013.

A implantação de algumas ações pode ser citada para justificar os bons resultados obtidos. Os investimentos na educação pública de qualidade; a contratação de novos profissionais para a área da saúde; os investimentos em programas sociais e o incentivo dado ao setor primário são alguns dos reflexos positivos desta pesquisa. As ações tomadas para aumentar a capacidade de investimentos futuros levam em conta não somente a atual gestão, mas também a continuidade do município.

De acordo com o Prefeito, Sr. Carlos Alberto Dick, o incentivo à indústria também surte efeito, gerando retorno para a cidade: a criação de novos postos de trabalho com a valorização da mão de obra local além de movimentar a economia do município, gera renda para futuros investimentos. Este incentivo é dado por meio da disponibilização de terrenos para as indústrias interessadas em se instalar na área industrial de Nova Candelária, atraindo grandes empresas para o local com características promissoras.

No site da FIRJAN estão armazenados os dados de gestão fiscal desde o ano de 2006. Na tabela abaixo, podemos observar as diferentes posições já ocupadas no ranking e fazer um comparativo dos últimos anos. No ranking nacional, Nova Candelária aparece na 74ª posição.

Ano

IFGF

Estadual

Nacional

2006

0,8339

32º

2007

0,7613

41º

156º

2008

0,7720

50º

204º

2009

0,7406

24º

129º

2010

0,7458

47º

230º

2011

0,7126

91º

376º

2012

0,7501

32º

176º

2013

0,7463

10º

74º

Índice FIRJAN de Gestão Fiscal - Nova Candelária (2006 – 2013)

A educação fiscal exercida por meio da equipe volante aumentou a arrecadação municipal, lançando recursos para serem investidos em áreas como educação, saúde, obras e agricultura. Neste sentido, são listadas as dificuldades e, ações são viabilizadas em conjunto com as Secretarias, de acordo com o Planejamento Estratégico, para beneficiar e tentar solucionar os problemas emergentes.

A gestão pessoal também assume suas responsabilidades trabalhando para o bem comum. A capacitação dos recursos humanos de forma continuada motiva a identificação dos profissionais com suas funções públicas.

Para auxiliar nas orientações e no melhor andamento da administração, foi implantada de forma efetiva a equipe de controle interno, com um cargo específico para a Unidade Central de Controle Interno (UCCI). Os profissionais do setor garantem que os órgãos da administração atuem em estrita observância à legalidade dos atos administrativos e satisfação do interesse público por meio de auditorias, monitoramento de atividades internas, aplicação do dinheiro público, entre outros.

Todos esses itens são resultados de uma boa gestão pública que vem sendo construída durante anos, e que consequentemente, melhora a qualidade de vida da população atendida e o cenário estrutural e social do município.

O Prefeito Carlos acrescenta: “Nosso grande objetivo é proporcionar qualidade de vida aos moradores de Nova Candelária, para que eles se sintam bem no seu município e tenham as suas necessidades atendidas. Atuamos com competência para planejar estrategicamente as ações a serem tomadas e gerir bem o orçamento municipal”.

O que é o IFGF?

O Índice FIRJAN de Gestão Fiscal trabalha um tema de grande importância para o país: a forma como os tributos pagos pela sociedade são administrados pelas prefeituras. Desde então, o IFGF vem trazendo maior transparência às contas municipais ao facilitar o entendimento dos dados e informações prestados pelas prefeituras. Através de uma ferramenta simples e disponível para consulta pública, todo cidadão brasileiro agora pode se inserir na discussão sobre a situação fiscal da sua cidade.

Com base nessa análise, foram construídos os cinco indicadores que compõem o IFGF, são eles: Receita Própria, Gastos com Pessoal, Investimentos, Liquidez e Custo da Dívida.

Os quatro primeiros têm peso de 22,5% sobre o resultado agregado. O Custo da Dívida, por sua vez, tem peso de 10%, haja vista o baixo grau de endividamento dos municípios brasileiros.

Nesta edição, o Índice FIRJAN de Gestão Fiscal (IFGF 2015) faz referência ao ano de 2013. O índice é inteiramente construído com base nos resultados fiscais declarados pelas próprias prefeituras, informações oficiais disponibilizadas anualmente pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) por meio dos arquivos “Finanças do Brasil”, conhecido como Finbra.

Foram avaliados 5.243 municípios, onde vivem 191.256.137 pessoas – 96,5% da população brasileira. Embora de natureza obrigatória, até o dia 21 de abril de 2015, dados de 324 municípios não estavam disponíveis no arquivo do Finbra ou apresentavam inconsistências que impediram a análise. Este número representa 5,8% das 5.567 prefeituras brasileiras, sendo menor que o observado em 2012 (449), porém superior à evasão nos demais anos da série histórica.

 

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